Archive for the 'geral' Category

20
abr
17

“O horror, o horror!!!”

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“O horror, o horror”, diria o próprio Capitão Charles Marlow!

Caros leitores do blog, hoje participo, orgulhosamente, pela segunda vez, da coluna Histórias Mínimas, da Folha, com meu conto “A Coisa no Bosque”. Uma narrativa lovecraftiana transportada para os dias atuais.

Link para a história: http://www.folhadelondrina.com.br/blogs/historias-minimas/pavor-e-a-enfase-do-medo-975486.html

#Lovecraft

23
jul
12

Quatro livros no ano

Imagem

“Brasileiro lê, em média, quatro livros durante o ano”.

( http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-03-28/brasileiro-le-em-media-quatro-livros-por-ano )

Volta e meia deparamos com algo assim, travestido de notícia, circulando em revistas, telejornais e na internet. Mas afinal, tais dados são importantes? De que forma? A imagem do post revela quatro pequenos livros (de 150 páginas no máximo) ao lado de dois monstros (que ultrapassam fácil as 600 páginas). Portanto, sem tirar o crédito da importância que tem tal notícia, ou de que estatísticas essas notícias revelam, seria melhor tentar formular a seguinte questão: o quanto realmente lê uma pessoa em nosso país? Como se mediria isso? Qual é a qualidade dessa leitura?

Segundo essas mesmas pesquisas, o livro mais lido é a Bíblia Sagrada. Daí se vê como a questão é complicada, afinal, quem lê a Bíblia, lê trechos, nunca ela toda. Sem contar os livretos de frases, onde se abre numa página e se lê só aquela no dia. A pesquisa também revela que muitos não terminam a leitura de dois dos quatro livros por ano que se tem na média.

O alemão lê X livros, o americano e o inglês leem Y. Mas isso é realmente apenas reflexo da educação, dos investimentos ou da falta deles no ensino?

Clássicos, contemporâneos, biografias, toda leitura é válida. Mas os quatro “livros” do ano de um determinado sujeito seriam bons? A melhor pergunta para esse tipo de pesquisa não seria “como lê o brasileiro?”, ou “qual seu olhar na leitura?”

Por obrigação ou por gosto, ler é importante. E a leitura devia ser analisada num espectro maior de estudo. Não apenas por uma quantidade lida anualmente, nem pelo tamanho das obras, mas pelo teor, pela absorção, por conhecimento adquirido, por satisfação.

30
mar
11

a canção do silêncio

O Baronato de Shoah – A Canção do Silêncio é o romance de estreia de José Roberto Vieira, uma emocionante aventura épica em um mundo fantástico e sombrio. Passado, presente e futuro se encontram com a cultura pop numa mistura de referências a animações, quadrinhos, RPG e videogames. Considerado o primeiro romance nacional pensado na estética steampunk, o mundo de O Baronato de Shoah une seres mitológicos como medusas e titãs a grandes inventos tecnológicos.

Desde o nascimento os Bnei Shoah são treinados para fazerem parte da Kabalah, a elite do exército do Quinto Império. Sacerdotes, Profetas, Guerreiros, Amaldiçoados, eles não conhecem outros caminhos, apenas a implacável luta pela manutenção da ordem estabelecida.

Depois de dois anos servindo o exército, Sehn Hadjakkis finalmente tem a chance de voltar para casa e cumprir uma promessa feita na infância: casar-se com seu primeiro e verdadeiro amor, Maya Hawthorn.

Entretanto, a revelação de um poderoso e surpreendente vilão põe Sehn perante um dilema: cumprir a promessa à amada ou rumar a um trágico confronto, sabendo que isso poderá destruir não só o que jurou amar e proteger, mas aquilo que aprendeu como a verdade até então.

Curiosidades sobre a obra e opiniões do autor, visite seu blog pessoal: O Baronato de Shoah

Sobre o autor:

José Roberto Vieira

Nasceu em 1982, na capital de São Paulo. Formado em Letras pela Universidade Mackenzie, atuou como pesquisador pelo SBPC e CNPQ, atualmente é redator e revisor. Teve contos publicados na coletânea Anno Domini – Manuscritos Medievais (2008) e Pacto de Monstros (2009). BLOG http://www.baronatodeshoah.blogspot.com

Convite do lançamento em SP.




ALGUNS DIREITOS RESERVADOS

UMA FICÇÃO

...seu tema é a relação entre a realidade do mundo que habitamos e conhecemos por meio da percepção e a realidade do mundo do pensamento que mora em nós e nos comanda. O problema da realidade daquilo que se vê — coisas extraordinárias que talvez sejam alucinações projetadas por nossa mente; coisas habituais que talvez ocultem sob a aparência mais banal uma segunda natureza inquietante, misteriosa, aterradora — é a essência da literatura fantástica, cujos melhores efeitos se encontram na oscilação de níveis de realidades inconciliáveis.

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- CONTOS FANTÁSTICOS DO SÉCULO XIX (Ítalo Calvino)

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